Alimentar o mundo sem gerar inflação não é um desafio só do Brasil, até porque tem mais gente na mesa se alimentando. Então, a demanda por alimentos cresce no mundo inteiro. O Brasil é um grande produtor de alimentos, é competitivo em inúmeros mercados e tem grande potencial de crescimento.
Nesta terça-feira (10) haverá uma discussão importante no Congresso sobre o Código Florestal. Fico achando que os produtores brasileiros estão olhando para o inimigo errado ao pensar que o meio ambiente é o inimigo. Na verdade, o meio ambiente é o aliado, pois um meio ambiente bem preservado permite maior produção no futuro.
O grande inimigo da produção brasileira é a logística ineficiente do Brasil. Um produtor eficiente consegue fazer o seu produto ficar muito barato, mas enfrenta as estradas e os portos incompetentes do Brasil, perdendo produtividade. O produtor deveria pressionar o governo para um investimento maior em logística e para a solução de problemas logísticos, para que o produto consiga chegar ao mundo inteiro.
O governo não pode baixar a guarda da inflação. O jornal "O Globo" publicou uma reportagem comparando a inflação brasileira com a Colômbia, México, Peru e Chile. Esses países têm inflação menor do que o Brasil, o que não é aceitável. A reportagem exibida no Bom Dia Brasil mostrou claramente que os jovens do Brasil têm uma história de inflação muito ruim que desconhecem. E o governo não está atento ao fato de que não é só alimento que sobe inflação. Serviços e preços também. Fonte: G1.
A melhoria de renda no país se reflete, também, na melhoria da qualidade da alimentação, com o aumento no consumo de produtos mais saudáveis como os orgânicos, criando condições para a ampliação do mercado do setor e consequente redução dos preços, até então considerados "elitistas".
O consumo de produtos mais saudáveis, como os orgânicos, sempre esbarrou nos preços o que acabava limitando não só o uso como o aumento da produção.
Entretanto, o seu crescimento vem ocorrendo em todo o mundo, e o aumento da produção vem levando a preços mais baixos, também graças a incentivos governamentais em função da grande demanda internacional pelos produtos orgânicos além do crescimento do mercado de consumo interno.
Entretanto, o seu crescimento vem ocorrendo em todo o mundo, e o aumento da produção vem levando a preços mais baixos, também graças a incentivos governamentais em função da grande demanda internacional pelos produtos orgânicos além do crescimento do mercado de consumo interno.
Não só de orgânicos especificamente, o consumo de alimentos considerados saudáveis, praticamente dobrou nos últimos cinco anos no país (82%), e a projeção é que o setor esteja em uma linha ascendente.
Segundo estudos divulgados recentemente este aumento no consumo reflete um a mudança no comportamento do consumidor, associado ao aumento da renda no país, que vem optando pelos considerados alimentos mais saudáveis como os diets, light, alimentos funcionais, orgânicos e aqueles direcionados ao publico que tem intolerância a certos alimentos.
Segundo estudos divulgados recentemente este aumento no consumo reflete um a mudança no comportamento do consumidor, associado ao aumento da renda no país, que vem optando pelos considerados alimentos mais saudáveis como os diets, light, alimentos funcionais, orgânicos e aqueles direcionados ao publico que tem intolerância a certos alimentos.
Outro indicador é o aumento no número e do sucesso de feiras e eventos especializados do setor, bem como entrada das grandes redes de supermercado que veem disponibilizando os produtos, notadamente, os orgânicos, o que vem levando, inclusive, à gradual queda nos preços para o consumidor, deixando, portanto de ser um nicho de consumo de poucos.
Como concorrentes hoje temos produtos que são bem aceitos no mercado como a Bauducco que seu produto já conquistou diversos países com alta qualidade e feito com muito carinho. Fonte: Isto é dinheiro.
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